O FLAMENCO E A ORIGEM DAS CASTANHOLAS ! ! !
Acredita-se que a castanhola, instrumento da classe dos idiófonos, é um dos instrumentos musicais mais primitivos da história da humanidade, aparecendo com variações de formas e materiais em diferentes continentes.
De origem fenícia, os “crotalos” foram utilizados no Antigo Egito e Grécia, como se pode constatar através de estudos arqueológicos, a presença em desenhos e pinturas do ano 3.000 a.C. com homens e mulheres dançando e empunhando objetos levemente torcidos.
Outros estudos apontam que a verdadeira origem da castanhola é a “crusmata” ibérica, formada por peças de madeira, conchas marinhas, ossos, marfim ou pedras planas, as tarrenhas. Os músicos e bailarinos as faziam soar sustentando as peças entre os dedos, e até hoje se pode encontrar em alguns “pueblos” pessoas que utilizam pedaços de telhas ou outras sucatas para tocar “tarrenhas”.
A castanhola Espanhola é a única que evoluiu através do tempo, se transformando lentamente, adaptando-se às necessidades dos intérpretes até adquirir a forma ideal para a execução de ritmos e de técnica elaborada que acompanham o canto e o baile.
O século XVIII pode ser considerado o auge da castanhola espanhola, pois o virtuosismo surge com modificação da forma de tocar, sendo sustentada agora, nos dedos polegares. A motivação dos salões de baile para se dançar o bolero, as “seguidillas” e os fandangos, acompanhados sempre do ritmo das castanholas, contribuiu para a valorização do instrumento que foi incorporado pela arte flamenca e se tornou um de seus elementos mais significativos.
De origem fenícia, os “crotalos” foram utilizados no Antigo Egito e Grécia, como se pode constatar através de estudos arqueológicos, a presença em desenhos e pinturas do ano 3.000 a.C. com homens e mulheres dançando e empunhando objetos levemente torcidos.
Outros estudos apontam que a verdadeira origem da castanhola é a “crusmata” ibérica, formada por peças de madeira, conchas marinhas, ossos, marfim ou pedras planas, as tarrenhas. Os músicos e bailarinos as faziam soar sustentando as peças entre os dedos, e até hoje se pode encontrar em alguns “pueblos” pessoas que utilizam pedaços de telhas ou outras sucatas para tocar “tarrenhas”.
A castanhola Espanhola é a única que evoluiu através do tempo, se transformando lentamente, adaptando-se às necessidades dos intérpretes até adquirir a forma ideal para a execução de ritmos e de técnica elaborada que acompanham o canto e o baile.
O século XVIII pode ser considerado o auge da castanhola espanhola, pois o virtuosismo surge com modificação da forma de tocar, sendo sustentada agora, nos dedos polegares. A motivação dos salões de baile para se dançar o bolero, as “seguidillas” e os fandangos, acompanhados sempre do ritmo das castanholas, contribuiu para a valorização do instrumento que foi incorporado pela arte flamenca e se tornou um de seus elementos mais significativos.
Dentre os mais importantes intérpretes das castanholas estão: Angél Pericet, Antonia Mercé (La Argentina), Lucero Tena, Vicente Escudero, Encarnación Lopez (La Argentinita) e Carmen Amaya. Esta última, conhecida como “A Rainha dos Ciganos”difundiu pelo mundo a beleza do Baile Flamenco, que tem no toque das castanholas seus momentos de profunda beleza e técnica.
La Morita é a mais importante intérprete da castanhola na América do Sul e em suas aulas, além do sapateado, da expressão corporal e das coreografias de diversos ritmos flamencos, a professora ensina o toque de castanholas. Minha maestra na qual tenho agradecimento e admiração


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